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10 plantas altas para dentro de casa

De encher os olhos. Criamos uma lista com dez moradoras para colorir a sua selvvva com volume e porte, compartilhando dentro de casa o aconchego das espécies maiores. Antes de levá-las para viver por aí, confira as dicas:

1) Algumas das plantas abaixo são encontradas na natureza em tamanhos que podem ultrapassar os 30m. Fique tranquilo. Em condições naturais, elas ganham as alturas. Já no recanto dos cachepôs e vasos maiores, dentro de casa, mantêm um crescimento limitado.

2) Na hora de escolher o pote ou vaso, prefira um de tamanho proporcional ao da sua planta. É importante que haja espaço suficiente para ela se desenvolver, mas sem exageros. Um recipiente muito maior do que a sua moradora pode fazer com que ela dedique energia para o crescimento das raízes e deixe de apostar nos ramos e folhas.

3) À medida que o seu verde crescer cheio de vida, fique de olho na copa. É nessa área que nascem as folhas novas, repletas de glicose, um banquete para cochonilhas e pulgões. Para manter os invasores longe, aplique óleo de neem, um repelente natural.

4) Se o ambiente escolhido for climatizado com ar-condicionado, fique atento para escolher espécies que se adaptam ao clima mais seco e tome algumas medidas preventivas. Temos uma matéria que pode te ajudar.

FIGUEIRA-LIRA (FICUS-LYRATA)

As folhas que lembram o formato da lira, um instrumento musical, dão o nome a uma das preferidas dos apaixonados por plantas. Grandes e brilhantes, elas colorem de verde os cantinhos dentro de casa, à meia-sombra.

Para vê-la se desenvolver por aí, mantenha sua planta sempre protegida do vento gelado, dos ambientes climatizados com ar-condicionado e do sol pleno, a não ser que ela tenha sido cultivada anteriormente sob esta condição de luz.

Conheça melhor a ficus-lyrata.

PLEOMELE

Resistente às pragas, ao clima seco dos ambientes com ar-condicionado, além de absorver substâncias químicas e purificar o ar contaminado por gases e poluentes. Sobram motivos para a pleomele estar entre as favoritas dos paisagistas e decoradores de interiores.

Pouco exigente nos cuidados, essa planta tem alguns segredos para marcar presença com volume e porte. Sempre à meia-sombra, embora também seja capaz de se adaptar ao sol pleno.

Conheça melhor a pleomele.

RÁFIA

Capaz de se adaptar às três condições de iluminação, a ráfia enche de vida os halls e escritórios à meia-sombra, luz difusa e sol pleno. Tudo por conta da sua resistência.

Quanto mais luz disponível no ambiente, mais claro é o tom de verde dessa palmeira.

Conheça melhor a ráfia.

PAU-D’ÁGUA

A pau-d’água é uma opção versátil para as selvvvas dentro ou fora de casa. Coringa para os ambientes de sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, ela consegue se adaptar a todas as condições de luz. Além disso, é resistente às pragas e ao clima seco dos ambientes com ar-condicionado.

Pouco exigente nos cuidados, suporta períodos mais longos de estiagem. Fique tranquilo se precisar se ausentar por um tempo. Com algumas medidas preventivas, essa dracena estará pronta para te receber de volta, até 12 dias depois. Temos uma matéria que pode te ajudar por aqui.

Conheça melhor a dracena pau-d’água.

MINI-PALMEIRA

Colorindo os cantinhos pouco iluminados, onde outras não sobreviveriam. Você já viu essa planta por aí, marcando presença com seu volume e textura nos projetos de decoração. Dentro de casa ou no escritório, ela pede pouco em troca das belas folhagens e porte.

Diferentemente da areca, a prima mais conhecida com quem costuma ser confundida, essa espécie se adapta aos ambientes com ar-condicionado.

Conheça melhor a mini-palmeira.

PALMEIRA-LEQUE (LICULA)

Do tamanho ideal para as selvvvas urbanas, nos cantinhos à meia-sombra, essa palmeira encanta com suas folhas em formato de leque, que parecem ter sido dobradas à mão.  

De crescimento lento, pode levar anos para demandar a troca de vaso. Resistente e pouco exigente nos cuidados, pede pouco em troca do seu porte e bela folhagem.

Conheça melhor a palmeira-leque.

AVELÓS

A dona dessa cabeleira é cercada de beleza, curiosidades e polêmicas. Pouco exigente nos cuidados, é resistente aos períodos de estiagem e vai bem nos ambientes de meia-sombra ou sol pleno.

Esse arbusto pertence às Euphorbiaceae, uma família com espécies facilmente confundidas com os cactos e as suculentas, mas que possuem um mecanismo particular para se defender dos predadores: o látex. Quebre um pedaço dos caules, os raminhos verdes que formam esse emaranhado cheio de vida, e você encontrará a seiva esbranquiçada guardada no interior. Uma substância tóxica quando ingerida ou em contato com a pele, mucosa e olhos.

Conheça melhor o avelós.

ÁRVORE-DA-FELICIDADE

Essas espécies carregam a tradição oriental de levar sorte a quem for presenteado com a beleza da sua folhagem. É na união entre o masculino e o feminino que vive parte do misticismo de plantar a dupla em um mesmo vaso. Superstições à parte, se a sua está separada ou só uma delas mora nessa selvvva, está tudo certo.

Embora sejam conhecidas como árvore-da-felicidade, macho e fêmea, elas não fazem parte da mesma espécie e independem uma da outra para se manterem cheias de vida e se reproduzirem. Dentro ou fora de casa, na sala ou no banheiro, esses arbustos são resistentes e pouco exigentes nos cuidados.

Conheça melhor a árvore-da-felicidade.

ARECA

Uma das palmeiras mais populares, essa planta empresta suas folhas grandes e volumosas aos lugares de sol pleno ou meia-sombra, protegida do clima seco dos ambientes com ar-condicionado.

FICUS-BENJAMINA

Um cantinho iluminado, perto da janela, é suficiente para essa árvore, embora ela também possa encher de vida os lugares de sol pleno.

Quando ainda é do tamanho de uma mudinha, pode ganhar formas inusitadas, criadas por mãos pacientes e criativas para aproveitar o movimento que os caules fazem em busca da luz.

Dica da Selvvva: As regas variam de acordo com o ambiente, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura, recipiente onde a planta está acondicionada e espécie. As indicações acima são orientações para um primeiro contato com a sua planta, mas não uma fórmula definitiva. Preste atenção às respostas da sua espécie; assim você poderá dosar a água de acordo com as condições da sua planta. É importante não exagerar no volume de água!