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10 plantas trepadeiras para dentro de casa

Colorindo as paredes. Criamos uma lista com dez plantas para encher a sua selvvva de vida, preenchendo de verde cada cantinho dentro de casa. Antes de levá-las para morar por aí, confira as dicas:

1) Para suas plantas subirem pelas paredes, borrife um pouco de água no lugar onde você quer que elas se apoiem. A umidade estimula o nascimento e crescimento das raízes que vão dar a fixação para essas moradoras. Não esqueça que a superfície precisa ser porosa.

2) Dê uma forcinha para a sua companheira descobrir novos caminhos. Leva alguns dias para ela conseguir se agarrar aos locais. Por isso, oferecer o apoio de um gancho, uma treliça ou um fio vai ajudá-la nos primeiros passos.

3) A falta de espaço no pote é uma ótima oportunidade para você deixar a sua planta explorar as paredes. Quando isso acontece, espécies como filodendro-cordato, costela-de-adão, guiambê e jiboia se dedicam ainda mais ao crescimento das raízes aéreas. Afinal, na natureza vale tudo para conseguir mais luz, umidade e um cantinho protegido. 

4) Está tudo certo se espécies como costela-de-adão, guaimbê, filodendro-rubro e singônio ganharem folhas grandes e em formatos variados quando estiverem escalando a sua selvvva.

5) Evite cortar as raízes que crescem no decorrer do desenvolvimento da sua planta. Essas estruturas são importantes para a captação de umidade e nutrientes. 

HERA

Cobrindo paredes, muros e árvores, a hera é conhecida por sua fama de planta trepadeira e vai te surpreender com a fome de crescer. Resistente às mudanças de temperatura, é versátil para tolerar os extremos, da geada ao sol pleno.

FILODENDRO-CORDATO

Quem resiste a essas folhas em formato de coração? Subindo pelas paredes, o filodendro é pouco exigente nos cuidados e uma ótima opção para todos os tamanhos de selvvva.

CIPÓ-UVA (CISSUS)

Natural da América do Sul, essa trepadeira rústica e exuberante tem fome de crescer. Com suas gavinhas, as pequenas molas para fixação, o cipó-uva se agarra sobre paredes, ramos, galhos, folhas, ou qualquer outra superfície que sirva de apoio para o seu desenvolvimento.

COSTELA-DE-ADÃO

Quem vê essa folhagem comportada em um cachepô, não imagina seus impulsos de trepadeira. Mas basta dar uma olhada na vida selvagem para se surpreender com sua resistência, tamanho, capacidade de escalar árvores e de lançar raízes robustas em busca de luz, umidade e nutrientes. Sempre protegida da luz direta do sol.

JIBOIA

A jiboia pede pouco em troca da sua cabeleira. Além de ser versátil e emprestar a sua exuberância aos ambientes de luz difusa e meia-sombra, ela tem a capacidade de absorver substâncias químicas, purificando o ar contaminado por alguns gases e poluentes.

FILODENDRO-RUBRO

Crescer cheio de vida é tarefa fácil para o filodendro-rubro, que gosta de meia-sombra, em um cantinho iluminado perto da janela, e pede pouco em troca das folhas que brilham de longe.

ANTÚRIO

Em formato de coração, um clássico que está ganhando a jovem geração de apaixonados por plantas, com seus tons variados. Do vermelho ao preto, o antúrio também surpreende com portes que não precisam de muito espaço para cultivo.

Seja pela pouca exigência nos cuidados, pela folhagem cheia de vida ou pela beleza das flores –pelo menos o que costumamos chamar de flor – sobram motivos para deixar essa moradora fazer parte da sua selvvva.

PACOVÁ

Quem vê uma mudinha tímida de pacová, não imagina a exuberância que essa planta pode ganhar, com folhas grandes, que brilham de longe. Dona de caules gordinhos, ela guarda as reservas de água para os momentos de escassez e pede pouco em troca de todo o seu volume

SINGÔNIO

Você já viu essa trepadeira por aí, apontando sobre canteiros, paredes ou troncos. Usada como estratégia para esconder imperfeições nas paredes e habitar a terra dominada por outras espécies maiores, ela pinta de verde os lugares menos favorecidos.

GUAIMBÊ

Brasileiro da Mata Atlântica, o guaimbê é uma das poucas espécies que conseguem trazer o volume das plantas tropicais aos lugares ensolarados. Ele pode colorir cada cantinho, à meia-sombra ou sob sol pleno.

Dica da Selvvva: As regas variam de acordo com o ambiente, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura, recipiente onde a planta está acondicionada e espécie. As indicações acima são orientações para um primeiro contato com a sua planta, mas não uma fórmula definitiva. Preste atenção às respostas da sua espécie; assim você poderá dosar a água de acordo com as condições da sua planta. É importante não exagerar no volume de água!