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Selvvva do dia: avelós / Euphorbia tirucalli

Do tamanho de uma mudinha ou com porte de árvore, a dona dessa cabeleira exótica é cercada de beleza, curiosidades e polêmicas. Pouco exigente nos cuidados e resistente à estiagem, encanta especialmente aqueles que precisam ficar um tempinho fora de casa.

Esse arbusto que pode atingir até 5 m de altura pertence às Euphorbiaceae, uma família com espécies facilmente confundidas com os cactos e as suculentas, mas que possuem um mecanismo particular para se defender dos predadores: o látex.

Quebre um pedaço dos caules, os raminhos verdes que formam esse emaranhado cheio de vida, e você encontrará a seiva esbranquiçada. Uma substância inofensiva para a planta, mas tóxica quando ingerida ou em contato com a pele, mucosa e olhos.

Alvo da ciência, o látex torna o avelós uma importante fonte de pesquisa para estudos no tratamento de doenças como o câncer. Suas propriedades tóxicas não fazem dela uma planta que não possa morar no seu cantinho. Afinal, bastam a observação e o cuidado, protegendo-se do contato com essa secreção, para um convívio harmônico.

Encantando com sua trama dentro ou fora de casa, essa selvvva do dia costuma ser usada para trazer um toque rústico à decoração ou fazer as vezes de cerca-viva. Basta enterrar um pedacinho de caule na terra para criar mudinhas e multiplicar a sua exuberância que, com o tempo, é acompanhada das pequenas folhas e flores.

Rega: 1x por semana, sob sol pleno, ou 1x a cada 10 dias, à meia-sombra. Mantenha o solo sempre drenado, para que as raízes não apodreçam. Plantar o seu avelós em uma mistura de terra e areia pode te ajudar nessa tarefa. Confira nosso guia especial sobre rega.

Iluminação: sol pleno ou meia-sombra. Confira nosso guia especial sobre luz.

Outros nomes populares:  graveto-do-diabo, aveloz, cega-olho, mata-verrugas, pau-pelado, árvore-de-são-sebastião, almeidinha, dente-de-cão, espinho-de-cristo, labirinto, árvore-do-lápis

Problemas comuns: Poucos problemas são capazes de derrubar essa guerreira. A presença de cochonilhas pode ser um deles. Para evitar esses invasores, mantenha o solo drenado e adube de vez em quando.

Pequenas rugas nos ramos podem ser sinal de falta de água. Já o tom marrom em sua base pode indicar que você está pesando a mão na rega e as raízes começaram a apodrecer. Nesse caso, retire o pedaço afetado e replante o que sobrou de verde.

Se o seu avelós mora dentro de casa, fique de olho para que receba sol em todos os lados. Vire-o a cada 15 dias em direção à janela. Assim você evita que ele se estiole, processo em que as plantas se estiram em busca de luz e acabam fragilizadas ao gastar tanta energia para esse crescimento desesperado.

Como usar: Encantando dentro ou fora de casa, essa selvvva do dia costuma ser usada para trazer um toque rústico à decoração ou fazer as vezes de cerca-viva. Do tamanho de uma mudinha em pequenos cachepôs ou com porte de uma pequena árvore em cachepôs maiores.

Dica da Selvvva: As regas variam de acordo com o ambiente, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura, recipiente onde a planta está acondicionada e espécie. As indicações acima são orientações para um primeiro contato com a sua planta, mas não uma fórmula definitiva. Preste atenção às respostas da sua espécie; assim você poderá dosar a água de acordo com as condições da sua planta. É importante não exagerar no volume de água!