Velha conhecida dos povos indígenas da América Central, de onde é originária, essa espécie foi levada para outras partes do mundo no começo do século 20 e caiu no gosto popular: suas folhas recortadas e perfuradas fazem dela um tipo de planta especialmente ornamental. Pouca gente sabe, mas a costela-de-adão é capaz de produzir frutos (quando maduros, são comestíveis por humanos e animais) e flores! Mas é raro que floresçam fora do seu habitat natural, as florestas tropicais. Em outras regiões e em áreas internas, podemos apreciar sua bela folhagem de um verde muito vivo.

Rega: 1 vez por semana. Mantenha o solo sempre úmido, mas é importante não encharcá-lo. Antes de regar, coloque o dedo dentro da terra, cerca de 2 cm a partir da borda do vaso; se sentir muita umidade, não regue.

Iluminação: as monsteras não gostam de sol direto, então o melhor é colocá-las em áreas de meia-sombra.

Problemas comuns: as folhas podem ficar amarronzadas por falta de água ou amareladas se a planta for regada em excesso. Observe os sinais da sua costela-de-adão!

Outros nomes populares: monstera; ceriman; banana-do-mato.

Como usar: vai bem em vasos de tamanho médio ou grande; pode crescer bastante e subir pelas paredes, se tiver apoio para isso. Também vale colocar algumas folhas em arranjos de mesa para uma pegada minimalista e moderna.

Dica da Selvvva: As regas variam de acordo com o ambiente, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura, recipiente onde a planta está condicionada e o tipo da espécie. As indicações acima devem servir para orientar um primeiro contato, mas não são uma fórmula definitiva. O ideal é prestar atenção às respostas da sua planta; assim você poderá dosar a água de acordo com as condições em que a espécie se encontra. É importante não exagerar no volume de água a cada rega! Prefira aumentar a frequência das regas ao invés de aumentar a quantidade de água.

Conheça outras espécies em PLANTA DO DIA

___