Pintando de verde os cantinhos onde outras não sobreviveriam. Você já viu essa #selvvvadodia por aí, marcando presença com seu volume e textura nos projetos de decoração.

Diferentemente da areca, a prima mais conhecida com quem costuma ser confundida, essa planta se adapta aos ambientes com ar-condicionado, em tamanho ideal para as selvvvas urbanas.

Quem já experimentou ter uma chamaedorea microspadixelegans ou seifrizii como moradora dentro de casa ou no escritório, sabe que ela pede pouco em troca das belas folhagens e porte. Fácil de cuidar, bastam um lugar perto da janela e alguns nutrientes para ganhar a beleza de uma minipalmeira.

Rega: entre 2x e 3x por semana. Nativa das florestas tropicais, ela gosta de umidade... Nas folhas, que vão se alegrar com algumas borrifadas de água, e no solo, que não precisa estar seco para a próxima rega. Fique de olho apenas para não deixá-la encharcada, condição em que se torna alvo fácil para as pragas.

Iluminação: luz difusa. Aquela iluminação indireta, filtrada através da cortina em um cantinho da janela, é tudo de que ela precisa. Mas se o ambiente que você reservou for de sol pleno, está tudo certo. A chamaedorea é capaz de se adaptar aos poucos. Exponha-a gradativamente a cada semana, sempre antes das 10h ou depois das 16h. Durante esse processo, chamado de rustificação (saiba mais a respeito na nossa matéria especial sobre iluminação), algumas folhas provavelmente vão se queimar, mas persista e logo as novas nascerão adaptadas.

As texturas variadas das folhagens: seifrizii, microspadix e elegans (da esquerda para direita).


Outros nomes populares:
 camedórea, camedórea-elegante, palmeira-de-salão, palmeira-bambu, palmeirinha-bambu, palmeira-seifriz, palmeirinha-de-touceira

Problemas comuns: A maioria dos problemas da chamaedorea estão ligados à terra compactada e à falta de nutrientes. Para se desenvolverem bem, suas raízes precisam de um solo aerado, que possibilite a absorção da água, evitando poças prontas para atrair cochonilhas e outros parasitas. Por isso, na hora de plantá-la utilize a terra vegetal, uma mistura de terra comum e restos de folhas, caules e gravetos, que se mantém fofinha e ajuda a reter a umidade.
Solos pobres também ficam endurecidos com o passar do tempo. Adube periodicamente.

Não estranhe se a sua chamaedorea perder folhas no inverno, ela não gosta de temperaturas mais baixas. Mas, se esse sintoma se manifestar em outras estações do ano, verifique a presença de correntes de vento e não pense duas vezes para trocá-la de lugar.

Folhas amareladas podem indicar o excesso, a falta de água ou ainda o despertar dos frutos. Afinal, para garantir a continuidade da espécie, ela dedica energia e nutrientes à produção dos coquinhos carregados de sementes, deixando outras áreas em segundo plano. Por isso, neste período, adube com maior frequência, a cada 15 dias, ou conforme a recomendação do fabricante.

Como usar: De portes e folhagens variados (conheça nossos cachepôs em diversos tamanhos), é perfeita para decorar cantinhos de iluminação indireta. Costuma ser acompanhada pelas marantas nos projetos de paisagismo.  


Dica da Selvvva: As regas variam de acordo com o ambiente, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura, recipiente onde a planta está condicionada e o tipo da espécie. As indicações acima devem servir para orientar um primeiro contato, mas não são uma fórmula definitiva. O ideal é prestar atenção às respostas da sua planta; assim você poderá dosar a água de acordo com as condições em que a espécie se encontra. É importante não exagerar no volume de água a cada rega! Prefira aumentar a frequência das regas ao invés de aumentar a quantidade de água.