Com sua elegância pintando de verde os cantinhos iluminados, essa #selvvvadodia é uma das favoritas dos projetos de decoração de interiores, ao lado de espécies como ficusmini-palmeira e pleomele.

De tamanho ideal para as selvvvas urbanas, atingindo entre 2,5m e 3m, essa palmeira encanta com folhas em formato de leque, que parecem ter sido dobradas à mão.   

Tem crescimento lento e pode levar anos para demandar a troca de vaso. Resistente e pouco exigente nos cuidados, pede pouco em troca do seu porte e bela folhagem. No auge do amadurecimento, pode presentear com flores delicadas.

Rega: 2x por semana. Nativa das florestas tropicais, ela gosta de umidade... Nas folhas, que necessitam de algumas borrifadas de água para não ressecarem nas pontas, e no solo, que não precisa estar seco para a próxima rega. Fique de olho apenas para não deixá-la encharcada, condição em que se torna alvo fácil para as pragas.

Se o ambiente que você reservou for um cantinho na área externa, uma boa ideia é colocá-la junto com outras espécies tropicais, que ajudarão a manter o ambiente úmido e a evitar o ressecamento da folhagem.

Iluminação: meia-sombra. Um cantinho iluminado, perto da janela, é o ideal para ela se desenvolver cheia de vida. Essa planta versátil também é capaz de se adaptar ao sol pleno nas áreas externas. Nesse caso, fique de olho nas regas.

Se a sua palmeira-leque ainda for uma mudinha, aguarde até ela crescer para adaptá-la ao sol pleno, expondo-a gradativamente à luz direta.

Outros nomes populares: palmeira-leque, licuala-grande, licuala

Problemas comuns: Folhas com as pontas ressecadas podem indicar falta de água. Para evitar esse problema, ao realizar a rega, aproveite para borrifar água em toda a extensão da planta, caprichando na hidratação da fibra que envolve o caule.

Pontinhos marrons na folhagem podem ser sinal de intoxicação por cloro. Por isso, prefira sempre a água filtrada ou a da chuva, que é livre dessa substância. Se o clima seco não contribuir para um pé d’água, use a da torneira, deixando-a descansar por 24h, tempo suficiente para que o cloro evapore. 

A falta de nutrientes e o excesso de umidade podem deixar sua planta vulnerável às cochonilhas. Para evitá-las, aplique óleo de neem e adubo 1x por mês. Aproveite o verão, período em que a licuala absorve melhor os nutrientes, para aumentar a frequência da adubação para até 2x por mês. 

Suas folhas são sensíveis e podem rasgar com a força do vento. Por isso, fique de olho e mantenha-as protegidas das correntes de ar.

Como usar: Perfeita para decorar cantinhos de iluminação indireta, pode ser acompanhada com a forração de lambari, dinheiro-em-penca ou grama-amendoim.

Dica da Selvvva: Os cuidados variam de acordo com o ambiente, a espécie, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura e recipiente onde a planta está acondicionada. As indicações acima devem servir para orientar um primeiro contato, não são uma fórmula definitiva. Fique sempre atento às respostas da sua planta.