Sabe aquele lugar com pouca claridade, que não recebe sol? Ele também pode abrigar uma selvvva cheia de vida.

Basta escolher as espécies certas e observar as condições. Faça um teste: se durante o dia você conseguir enxergar no ambiente sem precisar acender as luzes, significa que ele tem iluminação suficiente para receber algumas das moradoras abaixo e colorir de verde o seu dia a dia.

Se você tem dúvidas sobre o tipo de iluminação do seu cantinho, acesse o nosso guia especial.

COSTELA-DE-ADÃO

Quem vê essa folhagem comportada em um cachepô, não imagina seus impulsos de trepadeira. Mas basta dar uma olhada na vida selvagem para se surpreender com sua resistência, tamanho, capacidade de escalar árvores e de lançar raízes robustas em busca de luz, umidade e nutrientes.
Das estampas nas roupas aos papéis de parede, a exuberância fez a costela-de-adão cair no gosto popular. De porte variado, vai bem dentro ou fora de casa, sempre protegida da luz direta do sol.

Conheça melhor a costela-de-adão.

LÍRIO-DA-PAZ

Não é de hoje que essa fênix marca presença de geração em geração. De mãe para filha, ela está lá, resistente e exuberante habitando nossa memória afetiva. Quem não se lembra dela na casa da avó, cercada de mitos sobre o cuidar da energia e das boas vibrações.
Essa espécie possui a fama de ser tóxica, como outras da família das Aráceas: costela-de-adão e comigo-ninguém-pode. Mas, basta a observação e o cuidado para um convívio harmônico entre a sua planta, crianças e pets. (Confira aqui nossa matéria especial sobre esse assunto)
Pouco exigente nos cuidados, é capaz de encher de vida ambientes como o banheiro, além de garantir flores durante o ano todo, um presente incomum das plantas cultivadas em áreas internas, como costuma ser o caso dela.

Conheça melhor o lírio da paz

MINI-PALMEIRA (CHAMAEDOREA)

Pintando de verde os cantinhos onde outras não sobreviveriam. Você já viu essa planta por aí, marcando presença com seu volume e textura nos projetos de decoração. Dentro de casa ou no escritório ela pede pouco em troca das belas folhagens e porte.

Diferentemente da areca, a prima mais conhecida com quem costuma ser confundida, essa espécie se adapta aos ambientes com ar-condicionado, em tamanho ideal para uma selvvva urbana.

Conheça melhor a chamaedorea.

RIPSÁLIS-FLOR-AMARELA

Quem vê essa cabeleira exótica não imagina que o ripsális-flor-amarela faça parte da família dos cactos. Mas basta chegar um pouco mais perto para ver seus ramos gordinhos, prontos para guardar água e dar conta dos períodos de estiagem.
De tempos em tempos, entre a primavera e o verão, seus ramos delicados enchem de vida os cantinhos com flores que vão do amarelo ao laranja.

Conheça melhor o ripsalis-de-flor-amarela.

ZAMIOCULCA

Guerreira até nas condições menos favoráveis, essa planta resiste aos longos períodos de estiagem e à pouca luminosidade. Não é à toa que é uma das favoritas nos corredores e halls, onde poucas espécies sobreviveriam.
Ideal para os cantinhos sombreados, vai bem no quarto, na sala ou no escritório, sempre protegida da luz direta do sol e com pouca umidade no solo.

Conheça melhor a zamioculca.

COMIGO-NINGUÉM-PODE

Originária da Colômbia e Costa Rica, a comigo-ninguém-pode é cercada de mitos, começando pelo seu nome popular. Muitos afirmam que ela afasta o mau-olhado e absorve energias negativas, mas há também quem diga que é uma espécie venenosa.
Essa espécie possui a fama de ser tóxica, como outras da família das Aráceas: costela-de-adão e lírio-da-paz. Quebre um pedaço dos caules ou folhas e você encontrará a seiva esbranquiçada. Embora seja uma substância inofensiva para a planta, o látex é tóxico quando ingerido ou em contato com a pele, mucosa e olhos. Mas, basta a observação e o cuidado para um convívio harmônico entre o seu verde, crianças e pets, deixando a comigo-ninguém-pode colorir a sua selvvva com padrões e grafismos variados. 

Conheça melhor a comigo-ninguém-pode.

ESPADA-DE-SÃO-JORGE

Nem só do nome místico vive essa planta, usada para afastar energias negativas por aí. Quando o olhar da ciência encontrou a espada-de-são-jorge, descobriu que ela tem a capacidade de absorver substâncias químicas e purificar o ar contaminado por alguns gases e poluentes.
Resistente, essa guerreira é pouco exigente nos cuidados e suporta diferentes condições de luminosidade, dentro ou fora de casa. Na selvvva dos mais experientes ou daqueles que acabam de despertar para o verde, essa espécie é dura na queda.

Conheça melhor a espada-de-são-jorge.

PACOVÁ

O pacová pede pouco em troca da sua exuberância. Dono de caules gordinhos, ele guarda as reservas de água para os momentos de escassez.
A rega moderada e a adubação em dia são suficientes para fazê-lo crescer cheio de vida.

Conheça melhor o pacová.

BAMBU-DA-SORTE

Sorte, prosperidade, união. Na terra ou na água, essa planta traz a tradição oriental da harmonização dos ambientes e bons fluidos. Resistente e flexível, ela remete aos encantos do bambu, mas pertence à família das dracenas, como a pleomele.
Seja pela capacidade de purificar o ar ou pela facilidade de se multiplicar, o bambu-da-sorte é uma dose de carinho para homenagear o novo e presentear em nascimentos, casamentos, formaturas, entre tantas outras comemorações.

Conheça melhor o bambu-da-sorte.

JIBOIA

Em efeito cascata ou subindo pelas paredes, a jiboia pede pouco em troca da sua cabeleira. Além de ser versátil e emprestar a sua exuberância aos ambientes de luz difusa e meia-sombra, ela se adapta ao sol pleno e tem a capacidade de absorver substâncias químicas, purificando o ar contaminado por alguns gases e poluentes.

Conheça melhor a jiboia.