É da família dos cactos, mas não tem espinhos e pode ser vista na natureza de uma forma um pouquinho diferente em relação aos seus familiares. Crescendo em troncos ou galhos de árvores, a ripsális-de-flor-amarela tem aparência exótica e parece um coral. Seu caule é composto por vários artículos cilíndricos ramificados, bem verdes e com uma consistência dura e suculenta. Durante a primavera e parte do verão, seus ramos apresentam lindas flores amarelas ou laranjas nas pontas – solo bem drenado e adubado são essenciais para que ela floresça. Multiplica-se com facilidade por estaquia.




Rega: pode ser regada com regularidade, de 2 a 3 vezes por semana, sempre com cuidado para não encharcar. Por ser uma espécie tropical que adora umidade, vale também borrifar água em seus caules e flores. Apesar disso, é bem tolerante ao frio.

Iluminação: é uma espécie que se adapta bem tanto à meia-sombra ou luz difusa quanto ao sol direto – neste caso, seus caules ficam avermelhados.



Outros nomes populares: ripsális; atiora; ripsális-arbustiva

Problemas comuns: pode abortar seus caules inteiros, caso o substrato esteja encharcado.

Como usar: como tem comportamento epífita, quando plantada em vaso deve ter seu substrato misturado com fibras naturais (pedaços de madeira ou fibra de coco, por exemplo). Diferente dos outros ripsális, possui um porte mais arbustivo - crescendo na vertical em vez de pender – e merece ser admirado em vasos ou cachepôs apoiados em mesas, cômodas, estantes ou suportes abaixo da linha do olhar.

Dica da Selvvva: As indicações acima são orientações para um primeiro contato com a sua planta, não uma fórmula definitiva. As regas variam de acordo com o ambiente, a disponibilidade de luz, a umidade do ar, a temperatura, o recipiente onde a planta está acondicionada e as demandas específicas da espécie. O importante é sempre prestar atenção às respostas da sua planta e, assim, dosar a água de acordo com as condições em que se encontra. Preste sempre atenção para não deixar o solo encharcado ou água acumulada no fundo do vaso, evitando o apodrecimento das raízes.