Uma das espécies ornamentais mais conhecidas no Brasil, as samambaias costumam estar presentes na casa de muitos amantes de plantas e no imaginário que temos da nossa infância na casa das avós. É difícil rastrear exatamente a origem delas, mas o que se sabe é que existem desde a Era Paleozoica em diferentes pontos da Terra – ou seja, é uma das plantas mais antigas do mundo. Como não produzem sementes, sua reprodução acontece por meio de esporos, aqueles pontinhos escuros presentes na face interna das folhas. O nome em português vem do tupi e significa: “o que se torce em espiral”, provavelmente em referência ao modo como as folhas brotam. Diferentemente do maciço de folhas que encontramos comercialmente, na natureza elas se apresentam em folhas mais isoladas, presas em troncos de árvores, pedras ou outros apoios.

A samambaia-americana, especificamente, é resultado de melhorias genéticas realizadas em Boston, nos Estados Unidos.

Rega: a samambaia gosta de muita umidade, tanto nas folhas quanto no solo. Para obter esse resultado, as maneiras de regar variam muito e dependem do dono! Tem gente que gosta de dar um banho de chuveiro (não com água quente, por favor!). Outros preferem regar um pouquinho todos os dias e borrifar água nas folhas. O importante é que a terra precisa ficar sempre úmida, mas nunca encharcada, e as folhas precisam receber umidade. Para ajudar a chegar nessa equação de drenagem com umidade, é comum as samambaias serem plantadas em substratos misturados em fibras naturais, como o coco.

Iluminação: indireta. Sol pleno pode queimar as folhas.

Problemas comuns: samambaias não gostam de correntes de vento, que fazem com que suas folhas fiquem desidratadas e caiam. Escolha um cantinho mais protegido para a sua.

Outros nomes: samambaia-espada, samambaia-de-boston.

Como Usar: suas folhas longas e arqueadas ficam bem em vasos e cachepôs suspensos – você pode apostar em prateleiras ou hangers ou apoiá-los em suportes.

Dica da Selvvva: As regas variam de acordo com o ambiente, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura, recipiente onde a planta está acondicionada e o tipo da espécie. As indicações acima são orientações para um primeiro contato, mas não uma fórmula definitiva. Preste atenção às respostas e condições da sua espécie. É importante não exagerar na quantidade de água! Prefira aumentar a frequência das regas em vez de aumentar o volume de água colocado.