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Selvvva do dia: cacto-candelabro / Euphorbia trigona e Euphorbia ingens

Quem vê essa aparência rústica, logo arrisca chamar de cacto a nossa selvvva do dia. Mas chegue perto e você vai encontrar algumas características da família das Eufórbias: as pequenas folhas e um mecanismo particular para se defender dos predadores, o látex.

Guardada no interior dos caules, esta seiva esbranquiçada é tóxica quando ingerida ou em contato com a pele, mucosa e olhos. Isso não faz dessa espécie uma planta que não possa morar no seu cantinho. Afinal, bastam a observação e a prevenção, protegendo-se desta substância, para um convívio harmonioso.

Pouco exigente nos cuidados e resistente à estiagem, este falso cacto encanta especialmente aqueles que precisam ficar um tempinho fora de casa. Está tudo certo se você se ausentar. Ela estará pronta para te receber, até 15 dias depois. 

Do formato característico, com braços que se ramificam por toda a estrutura, vem o nome candelabro, usado para duas variedades diferentes: Euphorbia trigona, que carrega as pequenas folhas, e Euphorbia ingens, que presenteia com flores nas pontas.
Quer ver o tom verde das folhas se colorir do amarelo ao vermelho? Dê a ela algumas horas diárias de sol. Aproveite para multiplicar essa exuberância e fazer mudinhas: enterre um pedaço de caule, até perceber que ele consegue se manter fixo de pé. Leva um pouco de tempo, mas as raízes apontarão.

Rega: 1x por semana, sob sol pleno, ou a cada 10 dias, à meia-sombra. Aposte na mistura de terra e areia para evitar o apodrecimento das raízes. Confira nosso guia especial sobre rega

Iluminação: sol pleno. Essa planta também é capaz de se adaptar à meia-sombra, embora não vá oferecer sua exuberância colorida. Confira nosso guia especial sobre iluminação

Outros nomes populares: candelabro

Problemas comuns: Poucos problemas são capazes de derrubar o candelabro. O excesso de umidade é um deles, já que pode atrair parasitas como cochonilhas. Para deixar esses invasores longe do seu verde, aplique óleo de neem e faça do substrato o seu aliado: use uma mistura de terra e areia para plantá-lo. Assim você não deixa a água acumular e evita o apodrecimento das raízes.

Fique atento a dois sinais importantes: se na hora da rega você notar que a água está ficando parada na superfície, verifique a drenagem e aumente a quantidade de areia do substrato. O ideal é apostar na proporção 70% terra e 30% areia; caules que ficam amolecidos, com um tom marrom na base, demonstram que as raízes foram prejudicadas. Neste caso, corte retirando o pedaço afetado e replante a parte verde que sobrou.

Caule enrugado é sinal de sede.

Se o seu candelabro mora dentro de casa, fique de olho para que receba sol em todos os lados. Vire-o a cada 15 dias em direção à janela. Assim você evita que ele se deforme.

Ausência de tons coloridos indicam que está faltando sol por aí. Para ver a sua planta crescer com variações de cores que vão do amarelo ao vermelho, aposte em 3h (ou mais) de sol por dia.

Ao fazer mudas e manuseá-la, use uma luva. Assim você se protege do contato com o látex.

Como usar: crescendo do chão, em cachepôs e vasos maiores, ou subindo nas alturas, em prateleiras e suportes.

Dica da Selvvva: As regas variam de acordo com o ambiente, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura, recipiente onde a planta está acondicionada e espécie. As indicações acima são orientações para um primeiro contato com a sua planta, mas não uma fórmula definitiva. Preste atenção às respostas da sua espécie; assim você poderá dosar a água de acordo com as condições da sua planta. É importante não exagerar no volume de água!