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Selvvva do dia: caládio / Caladium bicolor

Com folhas que parecem pintadas à mão, não é de hoje que essa selvvva do dia chama atenção com seu colorido cheio de vida. Clássico que está ganhando a jovem geração de apaixonados por plantas, o caládio habita as memórias afetivas por aí. Quem não se lembra dele na casa da avó, mais conhecido como tinhorão?

Tanta beleza vem acompanhada de alguns mistérios. De tempos em tempos essa moradora assusta os mais desavisados: as folhas e caules amarelam e caem. Quando você menos espera, não resta nada sobre a terra, para desespero de quem está despertando para o verde. Mas não se deixe enganar pelas estratégias da natureza.

No inverno, quando os dias são mais curtos e a temperatura cai, vale tudo para garantir a sobrevivência. Isso quer dizer deixar de lado aquilo que possa representar esforço e perda de energia. Por isso o caládio se liberta das folhas e caules e adormece até a próxima estação.

Quando a primavera chega, os bulbos cheios de nutrientes despertam para iniciar uma nova fase e garantir a continuidade da espécie. Cada dia é valioso, por isso os ciclos são rápidos. As folhas vêm e vão num piscar de olhos.

Lado a lado com outros membros da família das Araceaes, entre eles comigo-ninguém-pode e costela-de-adão, possui a fama de ser tóxica. (Confira aqui nossa matéria especial sobre esse assunto) Tudo por conta da presença do oxalato de cálcio, substância que causa irritação quando em contato com as mucosas. Mas, bastam a observação e o cuidado para um convívio harmônico entre a sua planta, crianças e pets. Afinal, assim como a maioria das espécies ornamentais, ela não é comestível e, portanto, não deve ser ingerida.

Rega: 2 a 3x por semana. Confira nosso guia especial sobre rega.

Iluminação: meia-sombra. Um cantinho perto da janela, que receba luz antes das 9h ou depois das 16h é o ideal para a sua planta crescer cheia de vida. Confira nosso guia especial sobre iluminação.

Outros nomes populares: tinhorão, coração-de-jesus, taiá

Problemas comuns: Ser esquecida dentro de um vaso durante a fase bulbo é o problema mais frequente associado a essa espécie. Quando as folhas e caules se vão, é comum não lembrar de quem ainda mora por ali, debaixo da terra. Para evitar que isso aconteça, plante junto com o seu caládio outra espécie que não dispute espaço ou nutrientes e ainda te ajude a lembrar dos cuidados diários. Você pode optar por uma alocásia ou um antúrio, por exemplo. Durante esta fase, é fundamental continuar regando e adubando a sua planta.

Fique atento às pistas que a sua moradora te dá: folhas caídas, apontando para baixo, podem ser sinal de que está faltando água por aí. Folhas e caules que amarelam e caem em grande quantidade indicam que você está pesando a mão na rega.

Folhas novas, que ficam amareladas assim que nascem, contam sobre a falta de nutrientes durante a fase bulbo. Se as suas começaram a apontar desbotadas, adube o quanto antes.

À medida que a planta cresce, alguns caules acabam não suportando o peso e quebram com facilidade. Em geral, mesmo danificados eles conseguem resistir, mantendo sua exuberância por até um mês.

Os parasitas não costumam visitar essa espécie se os nutrientes estiverem em dia. Vez ou outra algum ácaro pode aparecer. Para evitar esses invasores, aplique pó de fumo.

Como usar: esbanjando exuberância ao lado de outras plantas em um cachepô ou como forração em canteiros.

Dica da Selvvva: As regas variam de acordo com o ambiente, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura, recipiente onde a planta está acondicionada e espécie. As indicações acima são orientações para um primeiro contato com a sua planta, mas não uma fórmula definitiva. Preste atenção às respostas da sua espécie; assim você poderá dosar a água de acordo com as condições da sua planta. É importante não exagerar no volume de água!