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Selvvva do dia: columeia-mármore / Aeschynanthus marmoratus

Quem vê de longe não percebe o segredo dessa planta. Chegue perto e você vai descobrir as estampas cheias de vida. Foi graças a esse colorido, com veios semelhantes aos do mármore, que a nossa selvvva do dia recebeu seu nome popular.

É uma das raras espécies que conseguem levar o encanto das flores para dentro de casa, embora a exuberância da folhagem roube a cena no dia a dia dessa trepadeira.

De tempos em tempos, cada um dos pequenos botões apontam entre as folhas. Esta forma característica de desenvolver as flores une as columeias peixinho, mármore, dobrada e batom, e traz para a família uma parente inesperada: a violeta-africana.

Dona de uma cabeleira exuberante, a columeia-mármore pede pouco em troca do seu volume, mesmo sob o clima mais seco dos ambientes com ar-condicionado. Além de resistente, é uma opção versátil se a sua selvvva for compartilhada com crianças e animais de estimação. Afinal, não possui substâncias tóxicas. Confira nossa matéria a respeito.

Rega: 2x por semana. Confira nosso guia especial sobre rega. Na hora de plantar a sua columeia-mármore, utilize a mistura de terra e casca de arroz para evitar que a água se acumule no pote.

Iluminação: meia-sombra. Confira nosso guia especial sobre iluminação.

Problemas comuns: Ficar atento à rega é uma forma de prevenir problemas comuns. O excesso de água pode fazer a sua columeia perder galhos inteiros, que se soltam da terra com uma leve puxada, deixando as raízes no pote. Já a falta é percebida nas folhas das extremidades, que ficam murchas e apontam para baixo. Mas basta reidratar as raízes e a sua companheira está de volta.

O tempo mais seco pede um cuidado especial: borrife água em toda a planta. Assim você evita que as pontas das folhas acabem queimando. 

Os ramos da columeia-mármore são individuais e não compartilham o sistema de irrigação com os demais. Por isso, regue de maneira uniforme, distribuindo a água por toda a superfície, 360°.

Na floração, capriche no adubo e evite que a sua companheira aborte folhas. Assim você também oferece nutrientes que vão deixá-la resistente a parasitas como as cochonilhas. 

Se parte da folhagem for perdida no inverno, está tudo certo. 

Como usar: Descendo a cabeleira nos cachepôs cuia.

Dica da Selvvva: as regas variam de acordo com o ambiente, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura, recipiente onde a planta está acondicionada e espécie. As indicações acima são orientações para um primeiro contato com a sua planta, mas não uma fórmula definitiva. Preste atenção às respostas da sua espécie; assim você poderá dosar a água de acordo com as condições da sua planta. É importante não exagerar no volume de água!