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Selvvva do dia: costela-de-adão / Monstera deliciosa

Das estampas nas roupas aos papéis de parede. Você já viu a nossa planta do dia por aí. Essas folhas recortadas são favoritas quando o assunto é levar o aconchego verde para dentro de casa.  

Velha conhecida da América Central, de onde é originária, essa espécie chegou até outras partes do mundo no começo do século 20 e conquistou espaço em cada woocommerce-585548-1895983.cloudwaysapps.com seu ar tropical. 

Quem vê a folhagem comportada em um cachepô, não imagina os impulsos de trepadeira dessa planta. Mas basta dar uma olhada na vida selvagem para se surpreender com seu tamanho, capacidade de escalar árvores e lançar raízes aéreas em busca de luz, umidade e nutrientes. Sempre protegida da luz direta do sol, apesar de ser capaz de se adaptar a esta condição, por meio da rustificação. Confira nosso conteúdo especial sobre iluminação

Embora ganhe porte mais tímido quando plantada em vasos, a fome de crescer surpreende até os mais experientes, o que rendeu o “Monstera” ou “monstruoso” do seu nome. A mudinha de hoje se transforma em um arbusto em poucos anos, ocupando também os lugares mais improváveis. Basta ela encontrar o apoio de uma parede porosa para subir sem limites, ou ter a promessa de água em um ralo para as raízes descerem o encanamento.

Sua beleza é carregada de surpresas em cada variação: esses corações verdes podem nascer sem furos; com pequenos buracos que crescem e formam os rasgos característicos conforme a costela se desenvolve; ou completamente rasgados. Há quem diga que as fendas, chamadas de fenestras, sejam uma forma encontrada pela natureza para permitir a passagem de mais luz para as folhas que estão abaixo, além de também contribuírem para evitar que a folhagem se rompa com a força do vento.

Assim como outros membros da família das Araceaes, como comigo-ningué-pode e antúrio, a costela-de-adão possui fama de ser tóxica. Tudo por conta do oxalato de cálcio, substância que causa irritação quando em contato com as mucosas. Mas, bastam a observação e o cuidado para um convívio harmônico com crianças e pets. Confira aqui nossa matéria sobre esse assunto

Diferentemente de outras partes desta trepadeira, os frutos maduros podem ser consumidos, garantindo com o sabor exótico o complemento do seu nome, “Deliciosa”. É raro ser presenteado por eles fora do habitat natural, as florestas tropicais onde o clima é quente e úmido.

Para multiplicar essa exuberância fazendo mudinhas, corte a haste antes do ponto de encontro que dá origem às novas folhas. Coloque o ramo na água e aguarde as raízes crescerem para levar a sua nova moradora para a terra.

Espécie versátil, ela pode deixar os banheiros iluminados mais acolhedores, sempre em áreas com boa ventilação. Além disso, é resistente aos ambientes climatizados com ar-condicionado. Confira nosso conteúdo a respeito

Costela

Rega: 2x a 3x por semana. Mantenha a terra úmida, nunca encharcada. Os tipos de substratos podem colaborar no escoamento de água: para isso, use os apropriados para o plantio de orquídeas e samambaias ou feitos à base de casca de arroz. 

Espécie tropical, ela adora receber borrifadas de água. O uso de um umidificador de ar também vai ajudar a simular o clima úmido da floresta.

Iluminação: meia-sombra ou luz difusa. Sempre protegida da luz direta do sol.

Outros nomes populares: monstera; ceriman; banana-do-mato.

Problemas comuns: Os corações verdes da sua costela-de-adão te dão pistas importantes.

Folhagem amarelada pode indicar que você pesou a mão na rega e a drenagem não está funcionando bem. Esse tom também pode aparecer em uma ou outra folha de baixo, localizada mais perto do caule, após você trocar a sua moradora de vaso ou lugar. É normal que mudanças acabem estressando a planta e fazendo com que ela aborte algumas dessas estruturas.

Folhas apontando para baixo contam sobre a falta de água. Se mesmo mantendo a rega em dia você notar que algumas delas continuam meio murchas, investigue lá embaixo: verifique o substrato utilizado. Ele deve permitir a ventilação entre as raízes, evitando o sufocamento delas. As composições com fibra de coco e pinus são boas alternativas na hora do plantio.

Não é raro também que a costela-de-adão esteja com poucas raízes, o que prejudica a hidratação e a absorção de nutrientes. Leve a haste prejudicada para um recipiente com água para dar uma força no desenvolvimento.

Manchas marrons na folhagem dão pistas sobre a intoxicação por cloro. Ao regar, prefira sempre a água filtrada ou a da chuva, que são livres dessa substância. Se o clima seco não contribuir para você captar a água da chuva por aí, use a da torneira, deixando-a descansar por 24h, tempo suficiente para que o cloro evapore. 

Para evitar que as pontas das folhas ressequem, capriche e borrife água em toda a planta. Quer vê-la feliz? Leve-a para debaixo da torneira ou do chuveiro e dê um banho frio molhando por inteiro. Você também pode facilitar as trocas gasosas da sua moradora, limpando a folhagem com um pano úmido ou seco.

Para manter longe invasores como cochonilhas e ácaros, use pó de fumo e mantenha a adubação em dia.

Como usar: em cachepôs de portes variados, subindo pelas paredes ou como arranjos em vasos.

Dica da Selvvva: As regas variam de acordo com o ambiente, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura, recipiente onde a planta está acondicionada e espécie. As indicações acima são orientações para um primeiro contato com a sua planta, mas não uma fórmula definitiva. Preste atenção às respostas da sua espécie; assim você poderá dosar a água de acordo com as condições da sua planta. É importante não exagerar no volume de água!