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Selvvva do dia: peperomia raindrop / Peperomia polybotria

Novidade na selvvva dos apaixonados por plantas, essa dona de folhas gordinhas costuma ser confundida com outra favorita nos perfis do Pinterest, a pilea.

Coloque-as lado a lado e logo você vai notar o porte pequeno, a folhagem mais escura e em formato de gota, que confere à peperomia-polybotria o nome popular “peperomia raindrop” ou “peperomia gota-de-chuva”. As diferenças vão além da aparência: essas espécies não pertencem à mesma família, são de países distintos e têm características específicas.

É na suculência das folhas e caules, prontos para armazenar água, que mora a semelhança com suas primas verdadeiras, as peperômias. Entre elas a peperomia obstusifolia, a peperômia-melancia, a peperômia-caperata e a peperômia-filodendro.

Capaz de encher de vida os cantinhos dentro de casa, a nossa planta do dia é nativa da Colômbia, tem crescimento lento e pede pouco para colorir de verde o ambiente, especialmente se a sua selvvva for compartilhada com crianças e animais de estimação. Afinal, essa moradora não possui substâncias tóxicas. Confira nossa matéria sobre esse assunto

Rega: 1x por semana. Se o tempo estiver muito seco por aí, regue a cada 5 dias. Espere a terra secar antes de regar novamente. Para evitar que as raízes finas e delicadas apodreçam, faça do substrato o seu aliado: use uma mistura de terra e areia para plantar a sua peperômia. Confira nosso guia especial sobre rega.

Iluminação: meia-sombra ou luz difusa. Mantenha-a em um lugar claro, sempre protegido do sol direto. Fique atento para que o ambiente seja fresco e com boa ventilação. Confira nosso guia especial sobre iluminação.

Outros nomes populares: peperômia gota-de-chuva

A folhagem te dá pistas importantes. Folhas murchas apontando para baixo podem ser sinal de que a sua planta está precisando de água. Folhas amareladas perto da terra podem indicar que você pesou a mão e as raízes estão apodrecendo. Cheque a drenagem do pote e a frequência da rega.

Pontos marrons podem ser sinal de intoxicação por cloro. Por isso, prefira sempre a água filtrada ou a da chuva, que é livre dessa substância. Se o clima seco não contribuir para um pé d’água, use a da torneira, deixando-a descansar por 24h, tempo suficiente para que o cloro evapore. 

Na hora de escolher o lugar para a sua planta viver, ofereça um cantinho onde ela receba iluminação por inteiro, em todos os lados, sempre protegida do sol direto, que pode queimar as folhas delicadas. Assim você evita que ela se deforme em busca de luz.

Lembre-se também de manter uma boa ventilação por aí, dificultando a proliferação de pragas, como cochonilhas e pulgões. Para deixar esses invasores longe da sua moradora, ofereça os nutrientes da adubação e aplique óleo de neem, um repelente natural.

Como usar: em cachepôs pequenos ou médios, em alturas intermediárias, revelando toda a exuberância das suas folhas.

Dica da Selvvva: Os cuidados variam de acordo com o ambiente, a espécie, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura e recipiente onde a planta está acondicionada. As indicações acima devem servir para orientar um primeiro contato, não são uma fórmula definitiva. Fique sempre atento às respostas da sua planta.