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Plantas para colorir o Natal de verde

Quando dezembro se aproxima vem a vontade de colorir o Natal de verde. Se os pinheirinhos não se deram muito bem por aí, fique com a gente. Além de compartilharmos os segredos desta espécie, trouxemos outras moradoras que vão encher a sua selvvva de vida durante o ano todo.

Conheça as nossas combinações de presente.

TUIA

A chegada do fim do ano é carregada de tradições. O último mês dá os primeiros sinais e as tuias, também conhecidas como pinheiros, pintam as festas. Basta janeiro começar para essa exuberância de aroma cítrico se despedir.

Quando menos se espera, as folhas começam a amarelar, e não demora muito para a sua planta secar por inteiro. É inevitável pensar que faltou dedo verde, mas conheça as verdadeiras razões: essa espécie geralmente chega às casas cultivada sem as raízes. Isso significa que a absorção de nutrientes para ela se desenvolver acaba comprometida. Além disso, é comum que a tuia passe a morar em ambientes internos, à meia-sombra ou sob luz difusa, que não oferecem iluminação suficiente como a dos lugares de sol pleno.

Antes de levar a sua moradora para casa, certifique-se com o produtor se você está comprando uma planta enraizada. Se essa matéria chegou tarde demais por aí, aposte num cantinho que receba a luz do sol e regue seu pinheiro 2x por semana para ver as raízes crescerem ao longo do ano. Assim que elas tiverem apontado, capriche na adubação.

Se preferir manter a sua tuia dentro de casa, lembre-se de regá-la ao menos 2x por semana, para que ela resista até o fim de dezembro. Fique tranquilo se a se sua selvvva for compartilhada com crianças e animais de estimação. Afinal, essa planta não possui substâncias tóxicas. Mas lembre-se: assim como outras espécies ornamentais, ela não deve ser ingerida. (Confira aqui nossa matéria especial sobre esse assunto)

Capriche na decoração! Conheça também outra espécie que é um clássico.

CHEFLERA

Dona de folhas delicadas, a cheflera pede pouco em troca do seu volume e porte, que pode chegar a até 5m na natureza. Bastam as regas 2x por semana e um lugar bem iluminado perto da janela, à meia-sombra, ou sob o sol pleno, para vê-la crescer cheia de vida, dentro ou fora de casa.

Pouco exigente nos cuidados, suporta períodos mais longos de estiagem. Fique tranquilo se precisar se ausentar por um tempo. Com algumas medidas preventivas, essa planta estará pronta para te receber de volta, até 10 dias depois. Temos um conteúdo que pode te ajudar por aqui

Assim como algumas outras espécies ornamentais, a cheflera possui a fama de ser tóxica. Tudo por conta do oxalato de cálcio, substância que causa irritação quando em contato com as mucosas. Mas, bastam a observação e o cuidado para um convívio harmônico com crianças e pets.

Ao decorá-la, evite colocar excesso de peso. Os galhos mais finos deste arbusto podem quebrar.

CLUSIA

Você já viu essas folhas gordinhas por aí. Em formato de gota, elas levam volume e porte às cercas-vivas ou dão vida às formas inusitadas na topiaria, a técnica de criar esculturas com plantas.

Sob o sol pleno ou em um lugar bem iluminado, a clusia colore os cantinhos dentro ou fora de casa. De tempos em tempos, as pequenas flores brancas despertam e são um convite para as abelhas fazerem a polinização na sua selvvva.

A suculência da folhagem faz com que essa moradora seja pouco exigente com a rega: coloque água 1x por semana. Assim como a cheflera, ela é capaz de suportar períodos mais longos de estiagem se receber os cuidados necessários. Fique tranquilo se precisar se ausentar por até 10 dias. 

Essa espécie possui um mecanismo particular para se defender dos predadores: o látex. Quebre um pedaço das folhas e caules e você encontrará uma seiva esbranquiçada. Essa substância é inofensiva para a planta, mas pode causar irritação quando ingerida ou em contato com a pele, mucosa e olhos.

Dona de galhos e folhas resistentes, essa árvore permite que você ouse na decoração.

PLEOMELE

Resistente às pragas, ao clima seco dos ambientes com ar-condicionado, além de absorver substâncias químicas e purificar o ar contaminado por gases e poluentes. Pouco exigente nos cuidados, a pleomele vai bem dentro de casa, nos lugares à meia-sombra, com rega entre 2x e 3x por semana.

É uma opção versátil se a sua selvvva for compartilhada com crianças e animais de estimação. Afinal, essa planta não possui substâncias tóxicas. Afinal, essa planta não possui substâncias tóxicas. Mas lembre-se: assim como outras espécies ornamentais, ela não deve ser ingerida.

Na hora de levar esse arbusto para pintar o seu Natal, aproveite a resistência dos galhos e os tons claros das folhas para destacar o colorido dos enfeites e luzes.

Conheça melhor a pleomele

Dica da Selvvva: Os cuidados variam de acordo com o ambiente, a espécie, disponibilidade de luz, umidade do espaço, temperatura e recipiente onde a planta está acondicionada. As indicações acima devem servir para orientar um primeiro contato, não são uma fórmula definitiva. Fique sempre atento às respostas da sua planta.