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Selvvva a dois: dicas da Mari e do Lucas

Uma selvvva cheia de afeto e, claro, muitas plantas. No Mês dos Namorados estamos compartilhando histórias de amor no nosso instagram. A da Mari e do Lucas é a primeira por aqui.

PAIXÕES EM COMUM

No Festival Bananada, com o Baiana System no line-up, a Mari e o Lucas começaram sua história. Estudantes da UFG, ela, da Psicologia, ele, do Jornalismo, se conheceram em 2017 no Campus em Goiânia

Ao som da guitarra baiana no show, descobriram as primeiras paixões em comum: a música e a dança, e não pararam por aí. 

Na viagem para um Congresso no Rio, conheceram o Jardim Botânico e voltaram com as primeiras plantas dessas memórias a dois, compradas em uma feira.

Aos 7 meses de namoro, dividiram o primeiro cantinho juntos. Na mudança, uma surpresa: só um colchão e plantas, muitas plantas, 70% plantas. A maior parte, do Lucas, que sem saber, muito antes desse amor brotar, frequentava a mesma feirinha que a Mari em busca de novas moradoras. 

A FAMÍLIA CRESCEU

Com um mês de cantinho a dois, a família aumentou. Um miado na porta de casa chamou a atenção da irmã da Mari, que não podia ficar com o filhote. O Edgar foi recebido com muito carinho pela Mari e pelo Lucas, e logo esse amor se multiplicou. Pouco tempo depois vieram o Nino, o Sebastião e a Pitu, além do Gilbertinho Chiquitito, que deixou saudades. 

Juntos, gatos e plantas fizeram da casa um espaço cheio de vida.  No começo a convivência entre eles rendeu histórias e algumas destruições, mas logo a paz chegou. Não demorou também para a pandemia bater de surpresa e aumentar a vontade de deixar o verde tomar conta. 

A quantidade de plantas cresceu. O desejo de compartilhar a vida no meio delas também. Nascia aí, em agosto de 2020, A casa selva, perfil em que a Mari e o Lucas dividem um pouquinho da rotina nesse refúgio verde.

A CASA SELVA

O dia a dia trouxe novos aprendizados para o casal, que já chegou a ter quase 200 moradoras. A intensa rotina fez com que precisassem reduzir esse número para 80. E embora já esteja batendo a vontade de levar novas companheiras para viver nessa selvvva, a Mari pondera para não transformar o momento terapêutico dos cuidados em stress: “tenha quantas plantas você consegue cuidar. Procure entender a quantidade de tempo que tem disponível para se dedicar.” Afinal, embora tenham o poder de transformar qualquer ambiente, com papel fundamental na decoração, as plantas são seres vivos e necessitam de dedicação.

Na Casa Selva, a maioria das espécies tem frequência de rega parecida, o que facilita para não deixar ninguém com sede ou encharcada. Enquanto dão esse carinho para elas, a Mari e o Lucas aproveitam para olhar cada uma de perto. Esse cuidado diário leva cerca de 1h e tem sido fundamental para evitar que alguns invasores se proliferem rapidamente. Sempre lembrando também de manter os nutrientes em dia, com a adubação, que em geral, é feita 1x por mês.

COMPANHEIRAS FAVORITAS

Jiboia

Sempre que vê essa planta, a Mari não resiste e quer sair com ela debaixo do braço. Quando comprou a sua primeira jiboia para a casa, experimentou uma reconexão com as plantas: “a jiboia cresce rápido e retribui todo o carinho que você dá”.

Rhaphidophora tetrasperma

A queridinha do Lucas conquistou a casa pela beleza das pequenas folhas rasgadas.

Filodendro-cordato

O filodendro-cordato é paixão a dois.

Hera

Pouca gente imagina que os moradores da Casa Selva já se consideraram “assassinos de hera”. Foram três delas até entenderem as necessidades e se orgulharem em aprender a cuidar dessa planta delicada.